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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

INFLUÊNCIA EXTERNA




Estudo: formato da Via Láctea sofreu influências externas

14 de setembro de 2011

Novo estudo contraria hipótese de que o formato da Via Láctea não seria fruto de eventos externos
Foto: ERIK TOLLERUD / NATURE /AFP

Na imagem, gerada por computador, divulgada nesta quarta-feira pela revista científica Nature é possível notar o impacto da galáxia anã Sagitário (identificada na espiral azul) com a Via Láctea (no centro). O estudo detalhado será publicado nesta semana.

A nova teoria, relacionada com esta imagem, indica que a formação da Via Láctea foi formada quando atingida pela galáxia anã Sagitário, contrariando a ideia de que seu formato não tenha sofrido influências externas.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

BOLHAS MAGNÉTICAS




No limite do Sistema Solar, sondas acham bolhas magnéticas


09 de junho de 2011


Sondas Voyager são os objetos feitos pelo homem mais distantes da Terra.

Sondas estão a cerca de 160 bilhões de km da Terra


Foto: Nasa/Divulgação


Os confins do Sistema Solar têm uma zona de turbulência repleta de bolhas magnéticas, indicam observações realizadas pelas sondas americanas Voyager. Os pesquisadores utilizaram um novo modelo computacional para analisar os dados transmitidos pelas sondas e determinaram que o campo magnético solar mede aproximadamente 160 milhões de km de diâmetro.

As "bolhas" magnéticas se formam quando as linhas curvas do campo magnético se reorganizam, explicaram os astrônomos no jornal Astrofísico de 9 de junho. O novo modelo mostra que as linhas se quebraram para formar "bolhas" desconectadas do campo magnético do Sol.

"Este campo magnético se estende até os confins do Sistema Solar", explicou Merav Opher, astrônomo da Universidade de Boston e um dos autores do estudo. As sondas Voyager se encontram a cerca de 160 bilhões de km da Terra.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

O CENTRO DA VIA LÁCTEA




A imagem inédita da Via Láctea foi captada pela câmera em infravermelho do telescópio espacial Hubble em conjunto com a sonda Spitzer
Foto: Nasa/Divulgação

A Nasa, agência espacial americana, divulgou nesta terça-feira uma nova fotografia do centro da Via Láctea, a galáxia onde está localizada a Terra. A imagem, captada pela câmera em infravermelho do telescópio espacial Hubble em conjunto com a sonda Spitzer, é a mais nítida já feita do núcleo galáctico.

Segundo a Nasa, a foto registra também uma nova população de estrelas massivas e novas estruturas complexas de gás quente ionizado que circulam pelo local, distante a 300 anos-luz da Terra. Para os cientistas, a nova observação pode ser útil para explicar como as estrelas maciças se formam e influenciam o violento núcleo de outras galáxias.

A Nasa informou que a foto é o resultado de um mosaico com 2.304 captações de luz obtidas entre 22 de fevereiro e 5 de junho de 2008.

FOTO PANORÂMICA DA VIA LÁCTEA



A imagem panorâmica foi captada como se o observador estivesse fora da Via Láctea

Foto: ESO/Divulgação

O Observatório Europeu do Sul (ESO, sigla em inglês) divulgou nesta segunda-feira uma imagem que mostra um ângulo panorâmico da Via Láctea, a galáxia da Terra. A fotografia, tirada como se o observador estivesse fora da Via Láctea, foi captada pelos observatórios La Silla e Paranal, no Chile, e um observatório nas Canárias (Espanha), para comemorar o Ano Internacional da Astronomia em 2009.

Ela foi produzida pelo astrofotógrafo e escritor francês Serge Brunier e seu colega Frédéric Tapissier, em colaboração com o ESO. Para realizá-la, Brunier passou várias semanas nos observatórios La Silla e Paranal entre agosto de 2008 e fevereiro de 2009. Além disso, o pesquisador viajou para o observatório de las Palmas, nas Canárias, para fotografar o céu do Hemisfério Norte.

Depois de captadas 1,2 mil fotos, as imagens foram tratadas por Tapissier e especialistas do ESO que obtiveram a fotografia panorâmica original. Brunier utilizou uma câmera Nikon D3 digital equipada com um dispositivo de alta precisão para manter o foco em cada campo de estrelas a medida que se moviam devido à rotação terrestre.