quarta-feira, 14 de setembro de 2011

A FRONTEIRA LARANJA



A fronteira entre a Índia e o Paquistão vista da Estação Espacial Internacional é laranja, isso acontece por causa da iluminação de segurança que existe na fronteira Reuters/Nasa

SUPERNOVA 1987A




Usando o Telescópio Espacial Hubble, astrônomos estão testemunhando a transição de uma supernova para um remanescente de supernova. A luz da explosão da estrela na galáxia vizinha, a Grande Nuvem de Magalhães, chegou à Terra em fevereiro de 1987. Chamada de supernova 1987A, esta foi a explosão mais próxima em quase 400 anos. A proximidade da supernova permite estudar em detalhes como é sua evolução. Agora, os restos de supernova, que desapareceu ao longo dos anos, são brilho. Isto significa que uma nova fonte de energia começou a iluminar os restos. Os destroços da SN 1987A está começando a impactar o anel ao redor, criando ondas de choque poderosa que geram raios-X Nasa/Esa/P. Challis (Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics)

50 NOVOS PLANETAS



Astrônomos descobrem planeta que poderia abrigar vida
13/09/2011

HD85512b, o planeta orbita uma estrela da constelação de Vela

Cientistas europeus descobriram um planeta a 36 milhões de anos-luz da Terra que poderia abrigar vida. Com uma massa 3,6 vezes maior que a da Terra, o novo planeta fica em uma região considerada "habitável" por cientistas: a estreita faixa ao redor de uma estrela em que poderia haver água em estado líquido.

Batizado de HD85512b, o planeta orbita uma estrela da constelação de Vela. Ele seria quente, com temperaturas entre 30 e 50 graus centígrados, e muito úmido.

50 novos planetas

O novo planeta é apenas um dos 50 descobertos pelos cientistas do Observatório Europeu do Sul, usando o telescópio Harps, que fica no deserto do Atacama, no Chile.

A descoberta foi anunciada durante um encontro de astrônomos nos Estados Unidos e será publicada na revista científica Astronomy and Astrophysics.

Destes planetas, 16 são considerados Super-Terras, planetas com uma massa maior que a da Terra, mas menor que a de gigantes gasosos como Júpiter, considerados inapropriados para abrigar vida.


Descobertas futuras



Cinco dos novos planetas têm uma massa não mais que cinco vezes maior que a da Terra.


"Estes planetas vão estar entre os melhores objetos de estudo para futuros telescópios espaciais, que vão procurar sinais de vida nas atmosferas dos planetas tentando encontrar, por exemplo, indícios da existência de oxigênio", disse Francesco Pepe, do Observatório de Genebra, que contribuiu para a pesquisa.

Com os resultados encontrados até o momento, os astrônomos dizem estar cada vez mais perto de descobrir outros pequenos planetas parecidos com a Terra em volta de estrelas similares ao Sol.

"Nos próximos dez a 20 anos, devemos ter a primeira lista de planetas possivelmente habitáveis nas proximidades do Sol", concluiu o líder do estudo, Michel Mayor.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

PONTO DE EXCLAMAÇÃO !



Galáxias se colidem em um estágio inicial de interação a 450 milhões de anos luz da Terra formando um ponto de exclamação cósmico. Daqui a milhões de anos estas duas galáxias em espiral vão se mesclar, como a Via Láctea e a Andrômeda irão fazer daqui a bilhões de anos.

X-ray NASA/CXC/IfA/D.Sanders et al; Optical NASA/STScI/NRAO/A.Evans et al

BURACO NEGRO DEVORA UM SOL



Nasa consegue detalhar como um buraco negro distante devora uma estrela. Em 28 de março de 2011, o satélite Swift da Nasa detectou intensa emissão de raios-X causada por um buraco negro que devorou uma estrela. Em um modelo, ilustrado aqui, uma estrela do tipo do Sol está em órbita excêntrica e passa muito perto do buraco negro no centro da galáxia. Cerca de metade da massa da estrela alimenta o disco ao redor do buraco, o resto é lançado em feixes de radiação para a Terra

O PLANETA FEITO DE DIAMANTE




Astrônomos descobrem planeta feito de diamante

25/08/2011

LONDRES (Reuters) - Astrônomos localizaram um exótico planeta que parece ser quase todo feito de diamante, girando em torno de uma pequena estrela nos confins da nossa galáxia.

O novo planeta é bem mais denso do que qualquer outro já visto, e consiste praticamente só de carbono. Por ser tão denso, os cientistas calculam que o carbono deve ser cristalino, ou seja, uma grande parte dele é mesmo de diamante.

"A história evolutiva e a incrível densidade desse planeta sugerem que ele é composto de carbono, ou seja, um enorme diamante orbitando uma estrela de nêutrons a cada duas horas, numa órbita tão compacta que caberia dentro do nosso Sol", disse Matthew Bailes, da Universidade de Tecnologia Swinburne, em Melbourne.

A 4.000 anos-luz da Terra, ou cerca de um oitavo da distância entre o nosso planeta e o centro da Via Láctea, o planeta é provavelmente remanescente de uma estrela que já foi gigantesca, mas que perdeu suas camadas externas para a estrela que orbita.

Os pulsares são estrelas de nêutrons, pequenas e mortas, com apenas cerca de 20 quilômetros de diâmetro, girando centenas de vezes por segundo e emitindo feixes de radiação.

No caso do pulsar J1719-1438, seus feixes varrem a Terra regularmente e já foram monitorados por telescópios da Austrália, Grã-Bretanha e Havaí, o que permite aos astrônomos detectar modulações devido à atração gravitacional do seu companheiro planetário, que não é visto diretamente.

As medições sugerem que o planeta, com um "ano" de 130 minutos, tem uma massa ligeiramente superior à de Júpiter, mas é 20 vezes mais denso, segundo relato de Bailes e seus colegas na edição de quinta-feira da revista Science.

Além do carbono, o novo planeta também deve conter oxigênio, que pode ser mais abundante na superfície, tornando-se mais raro na direção do centro, onde há mais carbono.

Sua grande densidade sugere que os elementos mais leves -- hidrogênio e hélio -- que compõem a maior parte de gigantes gasosos, como Júpiter, não estão presentes.

O aspecto desse bizarro mundo de diamante, no entanto, é um mistério.

"Em termos do seu aspecto, não sei nem se eu posso especular", disse Ben Stappers, da Universidade de Manchester. "Não imagino que uma imagem de um objeto muito brilhante seja o que estejamos vendo aqui."

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

NOSSA ARROGÂNCIA SE ESVANECE NO ESPAÇO



Toda a nossa grandeza, nossa empáfia, nossa arrogância, nosso orgulho na verdade esvanecem no espaço.
Pelo menos estamos bem ocultos.



Nave tira foto de Terra e Lua a 9 milhões de km de distância

31 de agosto de 2011


A nave Juno estava a 9 milhões de km da Terra quando registrou a imagem

Foto: Nasa/Divulgação


A nave espacial Juno, lançada pela Nasa em 5 de agosto e a caminho do planeta Júpiter, fotografou a Terra em meio a sua jornada. A imagem mostra a Terra e a Lua, a uma distância de mais de 9 milhões de km. O registro foi possível graças à JunoCam, câmera fotográfica instalada a bordo da espaçonave.

"É uma visão humilde, porém bonita, de nós mesmos", disse Scott Bolton, integrante da missão Juno da Nasa. A nave viajou 402 mil km (a distância entre a Terra e a Lua) em menos de um dia, mas ela ainda precisará de cinco anos para chegar ao seu destino final.